É realmente visceral viver entre dois mundos. Ter amigos e família no Oriente Médio, compartilhando seus pedidos e desespero por sobrevivência e apoio, rolando até uma empresa de tecnologia anunciando uma arrecadação para construir mais drones armados, alguém tomando um brunch tomando coquetéis, até alguém automatizando seus e-mails com o OpenClaw. Pensar que não passa de pura sorte de onde você nasceu e do que é seu lar, e o impacto que isso pode ter na formação da sua visão de mundo, cultura e visão de vida. Como chegamos a ficar tão desconectados e desconexos como espécie a ponto de não reconhecer a adversidade da nossa própria?